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Tendências e Inovação

O que é cidade inteligente e como funciona?

cidade conectada para ilustrar pauta de o que é cidade inteligente

Ultimamente, o termo “smart city” tem sido muito usado, mas você já sabe o que é cidade inteligente e o que a diferencia de outra qualquer? Cerca de 55% da população mundial vive em centros urbanos e, segundo a ONU, esta porcentagem pode aumentar para 70% até 2050. Isso significa que, para que tantas pessoas possam viver de forma sustentável e com qualidade de vida nesses locais, as cidades precisam cada vez mais fazer uso inteligente de dados e de tecnologias digitais.

Para que você entenda melhor qual o conceito de cidade inteligente, como ela funciona e quais são exemplos de lugares que já vivem essa realidade, continue lendo este artigo.

O que é cidade inteligente?

As cidades inteligentes, ou cidades digitais, usam dados e tecnologia para tomar melhores decisões e aumentar a qualidade de vida de seus cidadãos. Utilizados em tempo real, esses dados permitem que prefeituras e outros órgãos acompanhem os acontecimentos enquanto eles acontecem, entendam como os padrões estão mudando e respondam a essas demandas com soluções de baixo custo.

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Como funciona uma cidade inteligente?

Várias das soluções utilizadas nas cidades inteligentes estão relacionadas à internet das coisas (IoT), ou seja, dispositivos físicos posicionados em toda a cidade, que se conectam a softwares e à internet para entregar soluções aos moradores.  Para entender melhor, vamos conhecer as três camadas que trabalham juntas para tornar uma cidade “smart”.

1 – Tecnologia de base

Uma grande quantidade de smartphones e sensores conectados através de redes de comunicação de alta velocidade.

2 – Aplicações específicas

Elas traduzem dados brutos para alertas, insights e ações.

3 – Uso pelas pessoas, empresas e pela cidade

Nesta camada, as aplicações são usadas de forma massiva para poder mudar o comportamento. Elas incentivam as pessoas a usarem o trânsito durante os horários menos movimentados, a mudar de rotas, usar menos energia e água, por exemplo. Tudo isso também ajuda a reduzir o fluxo do sistema de saúde, afinal, através dessas mudanças, as pessoas estão automaticamente se cuidando mais.

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Ou seja, quando estas três camadas funcionam, é possível melhorar a qualidade de vida das pessoas em diversos aspectos. Vamos vê-los um pouco mais de perto:

Tempo: aplicativos públicos de trânsito, gerenciamento inteligente de tráfego, opções dinâmicas de mobilidade.

Saúde: ferramentas digitais para melhor experiência dos pacientes, tratamentos otimizados para doenças crônicas.

Meio ambiente: monitoramento da qualidade do ar, otimização do uso de energia, rastreamento de desperdício de água e eletricidade.

Empregos: centros digitais de carreira e plataformas de contratação, facilitação de processos administrativos para pequenos negócios,

Mas, na prática, o que são cidades inteligentes? Veja alguns exemplos a seguir.

Singapura

A segunda cidade-estado mais populosa do mundo, com cerca de 8 mil pessoas por quilômetro quadrado, foi a primeira a se autodeclarar cidade inteligente. Algumas das ações incluem a coleta de dados de trânsito e atividades de pedestres, que são enviadas para agências especializadas para análises e implementação de ações. Tecnologias smart também são integradas em habitação. Por exemplo, engenheiros analisam o fluxo do vento, a penetração do sol e áreas com sombra para desenhar prédios mais sustentáveis.

Oslo

A capital da Noruega tem feito grandes esforços para melhorar a qualidade do meio ambiente. Os prédios representam cerca de 40% do consumo de energia global e, por isso, a cidade está adotando o uso de sensores para controlar a iluminação, o aquecimento e o resfriamento. O objetivo de Oslo é cortar até 95% das emissões até 2030 e, para isso, já está desenvolvendo veículos elétricos, uma rede inteligente e tecnologia de carregamento EV.

Atualmente, existem mais de 2.000 estações de carregamento para veículos elétricos, sobre os quais os donos não precisam pagar impostos, estacionamento ou pelo transporte nas balsas. 

Copenhagen

A cidade dinamarquesa tem um sistema que monitora o tráfego, a qualidade do ar, o gerenciamento de desperdício, o uso de energia e outras atividades em tempo real. Além disso, tem sistemas de estacionamento, de semáforos, prédios e carregadores de veículos elétricos que direcionam o trânsito e otimizam o uso de energia.

Neste artigo, vimos o que é cidade inteligente, como ela funciona e se conecta. Embora ainda leve algum tempo para que as cidades sejam consideradas totalmente smart, grandes avanços têm sido feitos, principalmente em relação ao trânsito, à qualidade de vida e ao meio ambiente.

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