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Crescimento Pessoal

Pontos fortes e pontos fracos: como descobrir os seus?

Você já foi a uma entrevista de emprego e te perguntaram quais são os seus pontos fortes e pontos fracos? Se você já passou por essa experiência, sabe como o autoconhecimento é importante para ter a resposta na ponta da língua. Mas se você ainda não sabe o que responder, não tem problema.

Continue lendo este artigo e te ajudaremos a listar tudo o que você tem de melhor e o que você ainda precisa desenvolver. Acompanhe a seguir.

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A importância de saber seus pontos fortes e pontos fracos

Já sabemos que descobrir seus pontos fortes e fracos é importante nas entrevistas de trabalho, certo? Mas esse está longe de ser o único motivo. A questão é que o autoconhecimento é fundamental para vivermos uma vida plena.

Embora muitas pessoas gostem de focar nos pontos fortes, os que mais precisam de atenção são os fracos. Ao invés de ignorá-los, podemos trabalhar para melhorá-los através de novos hábitos, ações e cursos. 

Já a importância de descobrir os nossos pontos fortes é que eles podem te ajudar a desenvolver todo o seu potencial, além de facilitar muitos algumas escolhas como carreira e empregos.

Exemplos de pontos fortes e fracos

Embora essas habilidades variem muito de pessoa para pessoa, existem algumas que são mais comuns. Veja alguns deles a seguir:

Pontos fortes:

  • Criatividade;
  • Proatividade;
  • Empreendedorismo;
  • Inovação;
  • Empatia;
  • Atenção aos detalhes;
  • Boa comunicação.

Pontos fracos:

  • Desorganização;
  • Não gostar de correr riscos;
  • Perfeccionismo;
  • Ser muito autocrítico;
  • Falta de foco;
  • Não falar bem público;
  • Insegurança.
  • Procrastinador.

Claro que esses são apenas alguns dos principais exemplos, mas refletir sobre eles já pode ser um ponto de partida. Porém, mais importante do que isso é que você saiba como identificar seus pontos fortes e fracos. Saiba como a seguir.

Como descobrir seus pontos fortes e pontos fracos

1 – Faça uma autoavaliação

Pode parecer meio óbvio, mas essa é a melhor maneira de começar. Para isso, você precisará fazer algumas perguntas a si mesmo, como as seguintes:

  • No que eu sei que sou bom?
  • Quais são meus hobbies/ o que eu gosto de fazer?
  • Por quais características eu já fui elogiado?
  • Por quais razões já fui contratado ou promovido?
  • Quais atividades eu faço sem ficar entediado?
  • Por quais motivos já fui criticado ou recebi feedback negativo?
  • Por quais motivos já fui demitido?
  • Quais atividades parecem me deixar sem energia?

Pegue um papel e faça uma coluna para os pontos fortes e fracos. Enquanto faz essas perguntas, comece a anotá-los. Depois de finalizar essa lista, é hora de consultar outras pessoas para ver se a opinião delas está de acordo com a sua.

2 – Fale com pessoas nas quais você confia

Nesse passo, você conversa com amigos e familiares nos quais você realmente confia e que sabe que poderão te dar respostas honestas. Isso é importante porque, quando nos autoavaliamos, podemos ser muito autocríticos ou negligentes. Daí, surge a necessidade de ter outas opiniões.

Embora seja difícil ouvir críticas ou pessoas queridas falando sobre nossas fraquezas, esse é um momento muito necessário para que você entenda o que está legal e o que precisa melhorar. Tente ouvir pessoas que convivem com você em diferentes contextos, como trabalho, estudos e alguém com quem você conviva em casa. Isso irá enriquecer o seu processo.

Não se esqueça de anotar as respostas depois e refletir sobre elas.

3 Procure fazer coisas novas

Outra forma de descobrir quais são seus pontos fortes e pontos fracos é fazendo coisas diferentes. Na verdade, especialmente quando não temos muita experiência, fica difícil saber se você tem ou não aquela habilidade, concorda?

Por isso, é importante que você se envolva em novas atividades ou situações para explorar e descobrir coisas nas quais você se destaca ou precisa melhorar. Por exemplo, para saber como anda a sua criatividade, se arrisque em atividades artísticas. Escreva, desenhe, grave vídeos etc.

Resumindo, coloque-se em situações com as quais você não esteja acostumado e que exijam determinadas habilidades.

4 – Procure ajuda profissional

A dica que encerra essa jornada é buscar ajuda profissional. Embora ainda exista muita desinformação a respeito da psicoterapia, é importante que o maior número de pessoas saiba que ela não é apenas para pessoas que têm transtornos mentais ou problemas emocionais.

A psicoterapia também pode te ajudar na busca pelo autoconhecimento e no desenvolvimento do seu potencial. Então, considere encontrar um psicólogo com quem você se sinta à vontade e veja se a terapia pode te ajudar nesse processo.

Enfim, o caminho para descobrir seus pontos fortes e pontos fracos pode parecer desafiador, mas vai te ajudar muito a se conhecer e falar de si próprio com muito mais confiança.

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Autor: Equipe Blog Portal Pós

O blog do Portal Pós traz conteúdos sobre carreira, mercado de trabalho, tendências e inovação. Aqui você também encontra textos sobre crescimento pessoal, curiosidades e tudo que envolve o mundo da pós-graduação.

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