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Tendências e Inovação

Como funciona o neuromarketing?

Neuromarketing

O mercado de marketing é um dos mais dinâmicos que existem. Cabe a ele o papel de caminhar paralelamente à sociedade. Ir sentindo as mudanças para saber como entregar mais e melhor. O neuromarketing é uma das suas últimas novidades e, por isso, mesmo tem bastante espaço para exploração.

Trata-se de um novo campo da área, que estuda os comportamentos do consumidor a fim de entender a lógica do consumo, os desejos, motivações e até os impulsos das pessoas.

Segundo uma pesquisa realizada pela empresa de tecnologia SPC Brasil, são diversos os fatores que levam à criação do “sonho de consumo”, por exemplo. Os resultados mostram que a força da decisão da compra é ligada ao símbolo de prestígio e conquista que o produto desperta.

Apenas esse fator é responsável por levar 42% dos consumidores a compra de um determinado item. Para outros 34%, essa vontade também pode surgir pelo produto estar em evidência. Ou seja, quanto maior a propaganda e fixação da imagem, melhor.

Marketing digital: o principal aliado

A propaganda online tem uma presença muito forte na vida das pessoas nos tempos atuais. Com ela, é possível pensar em inúmeros formatos de abordagem e complexidades muito diferentes. Ela está muito à frente em comparação a qualquer opção offline, graças à possibilidade de sofrer alterações ao longo de uma campanha justamente para alcançar determinado público alvo ou aperfeiçoar estratégias.

Fazer mais com menos, segundo especialistas da área que já trabalham com neuromarketing, é a principal vantagem do online. “O cérebro é complexo, e entender cada uma das suas motivações na hora de realizar uma compra pode não ser tão simples de descobrir. Mas, isso está ficando mais fácil graças aos dados que temos à mão em uma campanha digital”, disse Leandro Castro, que atua como designer UX em uma agência paulistana.

“O que eu mais gosto são as possibilidades inéditas a cada novo ciclo de entregas. Os registros nos mostram padrões dentro de grupo distintos. Então, na maioria das vezes sabemos a linguagem visual que cria mais apelo, as palavras que servem como isca ou até mesmo o caminho que determinado cliente faz, desde clicar em tal produto até o fim da sua compra. Tiramos muitas lições, todos os dias”, completou.

Quem é visto é lembrado

Expor um item como a “isca perfeita” tem se mostrado como um dos motes mais importantes no neuromarketing. Para se encaixar nessa definição, é importante que a comunicação desperte três sentimentos no consumidor: atenção, emoção e memória.

“Eu e a minha equipe partimos sempre dessa premissa para desenhar as nossas campanhas. Depois, aliamos os números de determinado grupo que será o alvo e começamos a imaginar as possibilidades. Quando um trabalho contempla todo esse escopo, os resultados vêm em forma de números cada vez maiores. Conseguimos mostrar nossos produtos para mais pessoas e provar sua utilidade. Assim, ganhamos evidência na mente do consumidor. E, nos melhores casos, viramos referência”, finalizou Leandro.

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