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Crescimento Pessoal

6 dicas para desenvolver sua inteligência emocional

diferentes expressões para representar inteligência emocional

Muito se comenta sobre inteligência emocional. Mas você sabe, exatamente, do que esse termo trata? Ele não se refere somente à habilidade de administrar as próprias emoções, mas de compreender o que elas significam no contexto em que as estamos vivenciando. Ou seja, identificar, conhecer e gerenciá-las consiste em ter o que se chama de inteligência emocional

Como desenvolver a inteligência emocional?

Para saber mais sobre o assunto e te ajudar a aprimorar a maneira como lida com a sua subjetividade, acompanhe essas seis dicas abaixo:

1 – Fale sobre o que sente

Tem quem fique com medo de uma boa DR (abreviação de discussão de relacionamento) e ache que isso é algo exclusivo de relações amorosas, o que é um engano. Contar ao outro como se sente para ajustar os pontos, falar de insatisfações ou mesmo apenas explicar sentimentos faz parte da vida. 

É um ato que pode parecer complicado, mas fica ainda pior se guardar as emoções e agir como se nada estivesse acontecendo. Essa atitude vai minando os relacionamentos no entorno até que, em algum momento, a insatisfação explode e, aí sim, de forma usualmente sem controle. 

2 – Faça terapia

Ainda hoje é preciso quebrar o preconceito que algumas pessoas têm com relação à ajuda terapêutica. Essa ideia é ultrapassada e não conversa com a sociedade em que vivemos, altamente competitiva e complexa em suas experiências. As conversas em terapia ajudam no autoconhecimento, e essa é a ferramenta fundamental para gerir com inteligência nosso emocional. 

3 – Nomeie o que sente

Está triste? Permita-se sentir assim. Ficou empolgado com alguma coisa? Vivencie esse momento. Justamente por estarmos em uma cultura que não valoriza a importância dos sentimentos, que essa habilidade de saber como se está ficou atrofiada. Quando um indivíduo desconhece a maneira como se sente frente às situações do dia a dia – se tem medo, raiva, fica frustrado ou alegre – isso contribui para formar uma massa de emoções pouco identificáveis. E, assim, é mais difícil saber como agir diante de determinadas situações, sejam elas pessoais ou profissionais.

4 – Cuidado com a “felicidade tóxica”

Um termo que você ainda vai ouvir muito por aí, a “felicidade tóxica” tem a ver com uma certa obrigatoriedade de se sentir feliz 24 horas por dia. Seguir por esse caminho pode impulsionar outras emoções para o canto, evitando lidar com elas. Mas a vida também é feita de conflitos e momentos não tão agradáveis. Ignorar esse fato mostra pouco amadurecimento ou inteligência emocional. É preciso se permitir viver os sentimentos, sejam eles quais forem. Raiva, ira e inveja, por exemplo, também fazem parte do ser humano e é preciso aceitar para administrá-los.  

5 – Razão e emoção andam juntas

Por muito tempo, cristalizou-se a ideia de que o pensamento racional é superior ao que diz nosso emocional. Hoje, sabe-se que isso está ultrapassado, ainda que seja necessário mudar a concepção das pessoas a respeito. É preciso haver equilíbrio entre essas duas visões de mundo. Até porque ignorar sentimentos não se configura em uma atitude muito lógica. 

Leia também: 5 áreas-chave da inteligência emocional e como usá-las na carreira

Diversos especialistas no tema explicam que os dois lados da moeda funcionam de forma complementar, como uma via de mão dupla que, juntas, nos faz agir e reagir diante de situações do dia a dia. Criar hábitos, por exemplo, é uma boa maneira de exercitar ambos os lados organizando nossa “estante” de sentimentos. 

6 – Se ligue em livros e documentários sobre o tema

Desenvolver a inteligência emocional pode ser mais fácil do que parece a princípio. E há boas fontes de conhecimento disponíveis para quem quiser dar o primeiro passo. Entre elas, destaca-se o livro “A Coragem de Ser Imperfeito”, da professora e pesquisadora norte-americana Brené Brown. Dele, também saiu a palestra em TEDx, que virou um documentário disponível na Netflix chamado “Brené Brown: The Call to Courage” (2019), já visto por milhões de pessoas no mundo todo. 

Brené se tornou reconhecida ao contar sobre suas próprias vulnerabilidades e ao mostrar como é possível, com autoconhecimento e aceitação, fazer de possíveis “falhas” pontos de partida para melhorar ou começar de novo. 

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