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Curiosidades

Mulheres que foram importantes para o desenvolvimento do Brasil

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Ao longo da história e da pluralidade de culturas, muitas mulheres enfrentaram desafios e injustiças. E, se hoje podemos reconhecer a importância feminina na sociedade, isso também é graças a muitas mulheres que superaram adversidades, romperam barreiras e mudaram o mundo com sua atitude e perspectiva. Por isso, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, listamos nomes de mulheres importantes, que colaboraram ativamente para o desenvolvimento do Brasil.

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CECÍLIA MEIRELES 

Jornalista, pintora, poeta, escritora e professora brasileira, Cecília fundou a primeira biblioteca infantil do Brasil. Considerada uma das principais poetas do século XX, publicou poemas inesquecíveis, tanto para crianças quanto para adultos. Formou-se professora aos 16 anos e lançou seu primeiro livro, “Espectros”, aos 18 anos. Desde então dedicou sua vida à educação. Comandou programas de rádio sobre literatura e também foi contadora de histórias. Suas obras que trazem um enorme aprendizado são reconhecidas pelo mundo inteiro.

 

TARSILA DO AMARAL 

Na história da arte também contamos com nomes femininos que foram fundamentais e de grande impacto. Tarsila do Amaral, conhecida por quadros como o Abaporu, começou a estudar pintura aos 16 anos na Europa. Em sua volta para o Brasil se mostrou determinada a enfatizar como uma mulher também poderia ser uma artista. 

Tarsila tinha um amor pela pintura inestimável o que a levou a passar por muitos obstáculos e lutar por seus direitos de exercer a arte. Participou da fundação do movimento antropofágico no Brasil e influenciou a cultura tupiniquim. Muitas de suas obras retratam o modernismo e as mudanças trazidas com a industrialização ao Brasil. Tarsila se tornou um exemplo para as mulheres que queriam construir uma carreira na arte, sendo considerada “a pintora brasileira que melhor atingiu as aspirações brasileiras de expressão nacionalista em um estilo moderno.”

 

CHIQUINHA GONZAGA

Chiquinha Gonzaga teve sua vida baseada na música popular brasileira. Compositora de milhares de canções que marcaram a história, Chiquinha foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. Desde criança, sempre teve um grande interesse pela música, até que em seu casamento pediu um piano de presente. 

Durante muitos anos usou  o instrumento para praticar para aperfeiçoar, mas seu marido que não apoiava seu sonho, tentava fazer com ela largasse os estudos. Como resultado,  Chiquinha decidiu deixar o marido e seguir o seu objetivo, se tornando umas das mulheres mais importantes com representatividade no universo musical em meados de 1840.

 

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CLARICE LISPECTOR 

Provavelmente um dos nomes mais conhecidos desta lista, Clarice Lispector é mundialmente lembrada por suas obras. Contudo, muitas pessoas não sabem que ela não nasceu no Brasil, mas na Ucrânia. Lispector chegou ao país com apenas dois anos, onde foi rebatizada com o nome de Clarice, já que antes se chamava Haia. 

Desde muito jovem mostrava interesse pela literatura, escrevendo sua primeira obra aos 10 anos. Para ela, seu sonho era “viver para escrever e escrever para viver “.  Com um estilo de escrita mais intimista e curioso, Lispector possui uma trajetória composta de romances, novelas, contos e crônicas, que despertam o interesse de todos os públicos, entre eles “Todos os contos” e “A hora da estrela”.

 

MARIA DA PENHA

Reconhecida pela luta contra a violência das mulheres, a história de Maria da Penha inspirou a lei 11.340/2006, que leva o seu nome. Criada para prevenir e punir a violência doméstica e familiar no Brasil, desde que entrou em vigor, a lei já ajudou muitas mulheres em situações vulneráveis.

Maria da Penha batalhou anos na justiça após ter sido baleada por seu marido enquanto dormia. Vítima de inúmeras agressões, a farmacêutica é um exemplo de trajetória em busca por justiça e garantia dos direitos das mulheres. Hoje contamos com uma legislação brasileira que preza pela vida feminina e essa mulher tem grande influência nisso.

 

DORINA NOWILL

Dorina Nowill é outra mulher determinada que atuou para o desenvolvimento da educação no Brasil. Com apenas 17 anos, Dorina que já era professora, perdeu a visão por motivos que os médicos não souberam identificar na época. Mesmo com as limitações, o quadro não fez com que a educadora deixasse de apoiar os mais jovens que gostariam de ser alfabetizados. 

Inclusive, Dorina usou a perda de sua visão como um incentivo para que outros deficientes visuais pudessem aprender.  Em 1946, criou a Fundação para o Livro Cego no Brasil, em São Paulo, atualmente conhecida como Fundação Dorina Nowill Para Cegos. A primeira no País, em parceria com o Instituto Benjamin Constant, a produzir  e distribuir gratuitamente livros em braile. Uma mulher que atuou na linha de frente para educar, valorizar e transformar a representatividade da deficiência visual no Brasil.

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